A Simile
Conheça melhor a Simile e saiba o que podemos oferecer para você usando os mais modernos exames em biologia molecular
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O que fazemos
Realizamos diversos exames de diagnóstico baseados em técnicas de biologia molecular, garantindo maior rapidez e precisão nos resultados
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Como fazemos
Usamos as mais modernas técnicas para oferecer um diagnóstico rápido e preciso, sempre baseados na ética e com o foco no cliente
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QUEM SOMOS

A Simile é formada por um grupo de pessoas com diferentes formações profissionais que trabalham em conjunto para oferecer um serviço do mais alto nível. Saiba Mais

 

A Simile Formada por uma equipe de profissionais experientes e extremamente capacitados, a Simile é uma empresa de biotecnologia que oferece soluções diagnósticas e desenvolve projetos em parceria com institutos de pesquisa respeitados no mercado. O laboratório possui modernos procedimentos técnicos, sofisticados processos de gestão, mecanismos de controle de qualidade constantemente aperfeiçoados e rigor ético, executados sempre por pessoas dedicadas que sempre buscam a excelência no atendimento.

 

Sediada em Belo Horizonte, a Simile é especializada em exames de biologia molecular, sendo credenciado pelo Ministério da Saúde para a realização de exames de imunogenética em transplantes de órgãos e tecidos.


O compromisso com a qualidade no atendimento e a busca contínua por soluções inovadoras permitiu que a Simile conquistasse, em um breve espaço de tempo, o reconhecimento no setor no qual atua, tornando-se um dos mais importantes laboratórios de Minas Gerais e também responsável por uma grande parcela dos exames relacionados a transplantes do estado.

Hoje o principal desafio da empresa é garantir a alta qualidade dos serviços prestados e e trazer para os clientes soluções inovadoras na área de diagnóstico laboratorial.

 

 

Conheça a Nossa Equipe

NOVOS EXAMES

Além dos exames de histocompatibilidade, imunofenotipagem e citogenética, a Simile passa a oferecer exames por PCR Tempo Real. Saiba Mais

 

Oferecemos serviços de diagnóstico usando técnicas de biologia molecular, como os exames de histocompatibilidade para transplantes, fundamentais para a realização de transplantes de órgãos e medula.

 

No caso dos exames para transplantes, após a indicação médica, o paciente passa por exames para definir sua tipagem HLA (primeira classificação genética) e painel de reatividade (PRA). Nesse momento inicial pode ser buscado um doador na própria família e, nesse caso, são realizados os exames entre vivos.


Caso haja incompatibilidade, o paciente permanece na fila de espera e passa a realizar exames periódicos de acompanhamento. Ao surgir um doador cadáver é executado então o ranking de prioridades no sistema do Sistema Nacional de Transplantes e, caso participe do ranking, é realizado um exame de urgência de Prova Cruzada entre o soro do paciente (material que está sempre atualizado no laboratório) e o doador.

 

FINAL - NOSSOS SERVIÇOS

 

A Simile também oferece exames para acompanhamento do estado imunológico do paciente no período após o transplante, permitindo ao médico o diagnóstico precoce da rejeição do enxerto mediada por anticorpos e exames usando a técnica de PCR em Tempo Real, que é uma inovação tecnológica de grande utilidade no contexto clínico-científico por apresentar a capacidade de gerar resultados quantitativos com maior sensibilidade, reprodutibilidade, precisão e rapidez na análise, quando comparados às técnicas convencionais.

 

BIOLOGIA MOLECULAR EM INFECÇÕES:
A grande sensibilidade e especificidade da técnica de PCR em Tempo Real permite diagnosticar agentes infecciosos de forma precoce através da detecção de seu DNA ou RNA nas amostras de pacientes, antes mesmo das manifestações clínicas. Esta precocidade, rapidez, precisão e sensibilidade no diagnóstico são de grande importância nos pacientes críticos, como em CTI, transplantados, portadores de neoplasias e outras doenças imunossupressoras.


BIOLOGIA MOLECULAR EM ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA:
Para cada tipo de tumores sólidos ou hematológicos, estão associadas alterações genéticas específicas, como translocações, deleções, inserções e duplicações, além de mutações gênicas. É muito importante determinar a presença dessas alterações , pois elas contribuem para a confirmação do diagnóstico e, principalmente, para a determinação do prognóstico e do tratamento adequado. Os exames realizados nas doenças onco-hematológicas empregam técnicas de biologia molecular sensíveis e precisas, como o FISH e a PCR.


CITOGENÉTICA CLÁSSICA:
A Citogenética humana é o estudo dos cromossomos, sua estrutura e sua herança, aplicado à prática médica. As alterações cromossômicas podem ser numéricas ou estruturais e envolvem um ou mais cromossomos. Tais anomalias podem afetar cromossomos inteiros ou seus segmentos , identificáveis através da análise e estudo do cariótipo.


CITOMETRIA DE FLUXO:
A técnica de Citometria de Fluxo é um método que permite a determinação de múltiplas propriedades de células isoladas em suspensão, através da combinação de várias tecnologias: óptica, elétrica e de fluidos. É indicada no diagnóstico e acompanhamento de doenças malignas como Leucemias e Linfomas, além de exames relacionados às imunodeficiências.

 

 

Saiba mais sobre os Exames de Histocompatibilidade

 

Saiba mais sobre os Exames de Imunofenotipagem e Citogenética

 

Saiba mais sobre os Exames por PCR em Tempo Real

 

Saiba mais sobre os Serviços Especiais que oferecemos

NOTÍCIAS

Cientistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) revisaram as evidências, que reforçam as conclusões dos pesquisadores... Saiba Mais

CDC reconhece relação do vírus Zika e microcefalia


14 de abril de 2016 

 

Cientistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) revisaram as evidências, que reforçam as conclusões dos pesquisadores brasileiros

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças Transmissíveis (CDC) dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (13), a confirmação da relação entre o Zika e a ocorrência de microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas pelo vírus. O estudo realizou uma revisão rigorosa das evidências já existentes e concluiu que o Zika é a causa da microcefalia e outros danos cerebrais identificados em fetos. 

Para embasar o estudo norte-americano, foram analisadas pesquisas da comunidade médica e científica de diversos países, entre eles o Brasil, que é pioneiro no estudo do vírus Zika associado à microcefalia. O CDC é parceiro do Brasil nas investigações, como parte do esforço mundial para as descobertas relacionadas ao tema.  

De acordo com o diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, o anúncio é importante para validar cientificamente as descobertas feitas no Brasil. “O artigo faz uma análise importante e organiza as informações já existentes, muitas delas geradas por estudos brasileiros, o que corrobora a validade dessa afirmação”, avalia Maierovitch.  

A relação entre o Zika e a microcefalia já havia sido reconhecida e anunciada pelo governo brasileiro em novembro de 2015, quando o vírus foi identificado em amostras de sangue e tecidos de um bebê com microcefalia e também no líquido amniótico de duas gestantes. Desde então, diversas outras evidências foram encontradas, como vermelhidão na pele durante o primeiro trimestre da gravidez – que é um dos sintomas da Zika - em grande parte das mulheres que tiveram bebês com microcefalia nos estados da Bahia, Paraíba e Pernambuco. 

Para o diretor do CDC, Tom Frieden, a revisão das evidências deixa claro o vínculo entre o vírus e a ocorrência de malformações. “Este estudo marca uma virada na epidemia de Zika. Agora está claro que o vírus causa microcefalia”, esclareceu o diretor no material publicado pela instituição. 

O estudo afirma ainda, assim como já havia sido explicado pelo Ministério da Saúde, que apesar de a relação estar confirmada, não significa que toda mulher que for infectada pelo vírus durante a gravidez dará à luz um bebê com microcefalia. “Foi notado durante a epidemia de Zika que algumas mulheres infectadas tiveram bebês saudáveis”, conclui o CDC. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia declarado, publicamente, que eram fortes as evidências da associação entre o Zika e a microcefalia. Segundo a diretora da OMS, Margaret Chan, “desde a primeira reunião do comitê de emergência sobre o Zika, em 1º de fevereiro, novas pesquisas clínicas e epidemiológicas reforçaram substancialmente a associação entre o Zika e a ocorrência de malformações fetais e doenças neurológicas”.